Algo chamado destino os atirou quando ventava muito. Abrindo a janela discretamente, pegou todos aqueles planos construídos perfeita e milimetricamente, amassou-os e jogou para que fossem aonde ele e o vento quisessem.
Faltou coragem a ela para gritar, para impedir o maldito de fazer aquilo.
“Ah, mas que pena!” – Lamentou o destino sarcasticamente. – “Você quer seus sonhos de volta? Vá atrás deles!”

Debruçando-se na janela, procurou por um rastro daquelas fantasias, mas a ventania fazia com que os cabelos a cegassem. Um empurrão a fez desequilibrar-se e o vento a puxou para o seu destino.
Depois de quase 7 meses, aqui estou eu de volta.
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